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Nossas crianças indígenas precisam do seu apoio para continuar treinando jiu-jitsu. Sua doação ajuda a manter a estrutura, quimonos e a transformação viva na Aldeia Teko Haw.

Jiu-jitsu como catalisador de futuros.
O Instituto Projeto Curumins BJJ atua diretamente dentro da Aldeia Teko Haw, em Brasília, trazendo a filosofia milenar das artes marciais para crianças indígenas. Com o apoio da comunidade e de mestres como Renzo Gracie, o jiu-jitsu transforma rotinas e salva vidas.
Conforme destacado por reportagens do G1 e da Record TV, a prática reforça a autoestima, a disciplina e valoriza a rica cultura indígena. Mais do que formar atletas, o projeto cria cidadãos fortes, preparados para os desafios dentro e fora da aldeia.



Onde a transformação acontece
Muito além de um simples espaço físico, nossa estrutura dentro da Aldeia Teko Haw é o verdadeiro coração do **Instituto Projeto Curumins BJJ**. É aqui que o suor se transforma em esperança e disciplina todos os dias.
Espaço Seguro
Um ambiente protegido e preparado especificamente para acolher as crianças da comunidade com segurança.
Tatame Oficial
Área de treino montada com doações, garantindo o padrão necessário para a prática adequada do jiu-jitsu.
Força de Vontade e Solidariedade
À frente da iniciativa está o mestre Daniel Lino, responsável por transformar o jiu-jitsu em ponte de oportunidade para as crianças da aldeia. Tudo ali nasce de força de vontade e solidariedade: sem apoio fixo, Daniel mantém o projeto praticamente sozinho. Desde 2023, ele viaja duas vezes por mês para dar aula, custeando gasolina, lanche e até as inscrições em campeonatos — cada ida à aldeia sai por cerca de R$ 300.
O esforço já mostra resultados: algumas crianças competem, vencem e ampliam o orgulho da comunidade. Para Daniel, cada treino é mais do que técnica; é futuro sendo construído no chão de tatame improvisado.
Para muitos, o Jiu-Jítsu passou a representar esperança. Um dos pais relatou como o treino mudou a postura do filho: "Hoje, ele está mais focado, mais educado e sonha em competir".
Impacto que vai além do tatame
Daniel afirma que o jiu-jítsu tem ajudado a resgatar valores fundamentais para a vida: foco, respeito, autoconfiança, trabalho em equipe e fortalecimento da cultura — já que, segundo ele, aprende tanto quanto ensina. Apesar das dificuldades — falta de apoio financeiro fixo, doações esporádicas e desafios logísticos — o Curumins segue firme, movido pela fé no esporte como agente de transformação social.
Por que iniciativas como essa fazem diferença
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Inclusão real: o esporte gratuito abre portas para quem, muitas vezes, não teria acesso a atividades estruturadas.
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Desenvolvimento pessoal e social: os jovens aprendem disciplina, autocontrole, cooperação e autoestima.
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Valorização cultural e comunitária: o projeto aproxima as crianças de suas raízes, respeitando etnias e tradições.
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Alternativa ao ciclo da vulnerabilidade: o tatame representa uma saída segura, saudável e de esperança.
O Instituto Projeto Curumins BJJ mostra como o esporte — bem estruturado, com olhar humano e respeito à diversidade — pode ser uma ponte entre gerações, culturas, sonhos e futuro.
Qualquer empresa ou pessoa que deseje investir em esporte, cidadania e transformação social encontra aqui uma iniciativa séria, transparente e que já muda vidas.
Quer apoiar? Faça parteMantenha o Tatame Vivo
Como um projeto social 100% voluntário e sem patrocinadores fixos, contamos com sua solidariedade para custear kimonos, materiais e despesas gerais de manutenção das aulas na Aldeia.

Chave Pix (E-mail do Projeto)
projetocuruminsbjj@gmail.com
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